Escultura e cerâmica efêmera
Tijolos de barro não queimado, papelão, fragmentos de álbum de família: objetos que carregam a memória e o desgaste do tempo. É a série Muros Caídos.
Quero saber mais →Esculturas, fotografia, instalação e performance que nascem da memória, da periferia e das cosmologias afro-diaspóricas. Obras que já passaram por Salvador, Porto e Maputo.

Os caminhos que atravesso na minha pesquisa artística, do barro à performance.
Tijolos de barro não queimado, papelão, fragmentos de álbum de família: objetos que carregam a memória e o desgaste do tempo. É a série Muros Caídos.
Quero saber mais →Da fotografia documental à fotografia expandida, registro o corpo, o território e o ritual como exercício de pesquisa.
Quero saber mais →Obras que ocupam o espaço com materiais coletados, papéis, tecidos e memória, como a exposição ErêCoração, na Galeria Espaço Mira, no Porto.
Quero saber mais →Ações em que o corpo ocupa a encruzilhada como lugar de memória, espiritualidade e transformação, como Esú 7 Encruzilhadas, apresentada em Serralves.
Quero saber mais →Pesquisa e criação em performance, cerâmica e vidro, articulando corpo, matéria e memória nas artes visuais.
Quero saber mais →Compartilho o processo criativo em encontros sobre memória, afeto e identidade, como o workshop com artistas angolanos em residência artística.
Quero saber mais →
Meu nome é Josemar Blures, mas assino Mar. Nasci no Alto do Coqueirinho, em Salvador. Comecei na arte em 2003, com uma prática e múltiplas linguagens: performance, cerâmica, vidro, fotografia documental, instalação, escrita poética e livros de artista.
Minha pesquisa parte das geografias periféricas e das cosmologias afro-diaspóricas. Em 2023 fui buscar no barro a memória da infância no Morro, e assim nasceu a série Muros Caídos: tijolos inacabados, ruínas e fragmentos de álbuns de família.
Hoje sou doutorando em Artes Visuais na EBA-UFBA e fiz o doutorado sanduíche na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Acredito que dividir é um propósito: na troca a gente se forma junto.
Nada é somente nosso: dividir é um propósito, uma condição de partilha.Mar








Conte quem você é e o que tem em mente: convite, exposição, oficina ou conversa sobre as obras.
Entendo a sua ideia e a gente alinha o que faz sentido para o seu projeto ou espaço.
Combinamos os próximos passos com clareza e cuidado com o processo.
Tenho obras e ações em Salvador, Alagoinhas, Porto, Maputo e Luanda, em espaços como o Museu Nacional Soares dos Reis e a Galeria Espaço Mira.
Barro, gesso, pó de tijolo, papel, arame, cobre, fotografia e objetos coletados. Cada obra nasce de memória e matéria.
Já realizei um workshop com artistas angolanos sobre memória, afeto e identidade. Se você tem um convite parecido, chame no WhatsApp.
Pelo Instagram @domorroaomar, onde compartilho obras, exposições e processos. Para convites ou conversas, é só falar pelo WhatsApp.

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